Recortes de sessão: "depois que você para de culpar pai e mãe a terapia começa"
A terapia verdadeiramente começa quando se abandona a culpa parental e assume a responsabilidade pela própria vida e cura emocional, transicionando do papel de vítima para o de protagonista. Parar de culpar os pais não apaga o passado, mas liberta o indivíduo para agir diferente, focando na transformação presente.
Algo claro para Carl Gustav Jung: "No fundo, a terapia só começa realmente quando o paciente vê que quem lhe barra o caminho não é mais pai e mãe, mas sim ele próprio"
Pontos principais sobre este processo terapêutico:
Responsabilidade Pessoal: O foco muda de "o que fizeram comigo" para "o que eu faço com o que fizeram comigo".
Emancipação: É o momento de entender que, como adulto, você tem o poder de quebrar ciclos de dor e construir novas respostas.
Fim da Estagnação: Manter a culpa nos pais serve como uma "muleta" ou desculpa para não mudar, mantendo a pessoa presa no vitimismo.
Aceitação do Passado: Reconhecer que os pais podem ter agido a partir de suas próprias feridas e limitações, sem que isso justifique comportamentos atuais do paciente.
A cura não vem de esquecer o passado, mas de se responsabilizar pelo próprio presente
Reflexão feita no "O novo Sistema" - Ana Lisboa - 2024
Tenho a alegria de participar do livro "Saúde mental: a ponte entre mente e espirito", uma obra bilingue (francês e português) que reúne vozes comprometidas com o cuidado emocional, o autoconhecimento e a integração entre mente, corpo e espirito
Instituto Sarath - Rua Eça de Queiroz, 346 - Vila Mariana/SP
Os desvios sociopáticos, comumente associados ao Transtorno de Personalidade Antissocial (TPAS), referem-se a um padrão comportamental crônico caracterizado pela violação das normas sociais, desrespeito aos direitos alheios, impulsividade e falta de remorso. Embora o termo "sociopata" seja usado no senso comum, clinicamente ele descreve um indivíduo que age movido por seus próprios impulsos, muitas vezes sem planejar as consequências.
Este livro contará com artigos de diversos coautores abordando a temática da sociopatia em nossa cultura atual.
Chegou o Jogo de Orientação Familiar para prevenir o abuso e assédio sexual infanto juvenil
Material novo para Pais e Filhos. Para educadores e educandos. Para Terapeutas e seus clientes.
Profeja-se
Refletindo sobre violência sexual com crianças
Coordenadora: Andrea Nascimento
Coautores: Flavia Devitte; René Schubert; Neia martins; Laura Pires; Nizzia Alcoforado; Sandra Dunder.
Um recurso de orientação no formato de jogo para auxiliar pais, educadores e profissionais a abordarem temas sensíveis como assêdio, abuso, exploração sexual infantil.
Elaborado por psicólogos em uma linguagem acessível tanto para adultos como o público infanto juvenil.