Recortes de sessão: "depois que você para de culpar pai e mãe a terapia começa"
A terapia verdadeiramente começa quando se abandona a culpa parental e assume a responsabilidade pela própria vida e cura emocional, transicionando do papel de vítima para o de protagonista. Parar de culpar os pais não apaga o passado, mas liberta o indivíduo para agir diferente, focando na transformação presente.
Algo claro para Carl Gustav Jung: "No fundo, a terapia só começa realmente quando o paciente vê que quem lhe barra o caminho não é mais pai e mãe, mas sim ele próprio"
Pontos principais sobre este processo terapêutico:
- Responsabilidade Pessoal: O foco muda de "o que fizeram comigo" para "o que eu faço com o que fizeram comigo".
- Emancipação: É o momento de entender que, como adulto, você tem o poder de quebrar ciclos de dor e construir novas respostas.
- Fim da Estagnação: Manter a culpa nos pais serve como uma "muleta" ou desculpa para não mudar, mantendo a pessoa presa no vitimismo.
- Aceitação do Passado: Reconhecer que os pais podem ter agido a partir de suas próprias feridas e limitações, sem que isso justifique comportamentos atuais do paciente.
A cura não vem de esquecer o passado, mas de se responsabilizar pelo próprio presente
Reflexão feita no "O novo Sistema" - Ana Lisboa - 2024


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